17/05/2008 16:26
Morra, proust!
Fui absorvido nos últimos dias pela obrigação (e põe obrigação nisso) de ler alguns trechos de "Em busca do tempo perdido", de Marcel Proust, para uma prova de literatura francesa. Só para constar: não se poderia esperar boa coisa de um sujeito que se propõe a escrever três volumes, acaba parindo sete e só para de escrever porque morreu. A obra é um xodó dos intelectuais de plantão, sendo que alguns a consideram a maior obra literária já escrita (só se for no tamanho). Não quero me passar por procurador do Paulo Coelho e outros lixos literários, mas boa literatura não precisa ser chata para ter valor, vide autores clássicos e empolgantes como Dostoieviski, Melville, Balzac, Machado de Assis, dentre outros, que são capazes de abrir os olhos do leitor para um aspecto novo a cada (re)leitura, sem entediar. Só para não alongar o post: o cara é um porre! Se ele não estivesse morto, eu mesmo o mataria, presenteando-o com a coleção completa da Danielle Steel! Espero que tenha reencarnado como revisor de textos, para ver o quanto é bom ficar lendo texto chato.
enviada por DouglasReis
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